| Gestão do voluntariado |
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“Gestão do Voluntariado em meio prisional" é um projecto financiado pela Iniciativa Comunitária Equal e integrado na parceria PGISP (Gerir para Inovar os Serviços Prisionais). As estratégias de investimento na ressocialização da população reclusa, a abertura à sociedade e uma clara orientação para o cliente foram inspiradoras deste projecto, desenhado e implementado em cinco Prisões Piloto desde 2005: Sintra, Leiria, Beja e duas em Castelo Branco. 1. Problema O diagnóstico elaborado permitiu detectar o seguinte:
2. Objectivo
3. Estratégia de Intervenção
Foi aplicado um inquérito, administrado por entrevistadores, a uma amostra de reclusos dos cinco Estabelecimentos Prisionais Piloto com o objectivo de medir as suas necessidades e expectativas relativamente ao apoio por parte de voluntários/as
Em cada prisão piloto foram nomeados e formados um/a gestor/a e um/a co-gestor/a de gestores de voluntariado (um Técnico/a e outro do Corpo da Guarda Prisional) de modo a articular competências operacionais chave.
A elaboração dos Programas privilegia a co-produção ao integrar a perspectiva organizacional, a perspectiva da população reclusa e a dos voluntários. Os Programas incluem: - estratégias de angariação de voluntários, acolhimento, - formação específica para o meio prisional, - áreas de intervenção tendo em conta a estratégia organizacional, as expectativas da população reclusa e as aptidões dos/as voluntários/as, - estratégias de incentivo à permanência dos/as voluntários/as, incluindo o reconhecimento, - metodologia de avaliação.
Foram elaborados planos de actividade para cada prisão piloto e os resultados são monitorizados trimestralmente. Do modelo de avaliação fazem parte os indicadores “número de reclusos por Estabelecimento Prisional apoiados por área de intervenção” e “número de voluntários de execução com regularidade e de execução ocasional por área de intervenção e por Estabelecimento Prisional”.
Verificar junto da população reclusa, dos/as voluntários/as e dos profissionais a receptividade da acção, bem como recolher sinais de correcção ao programado.
Partilhar o progresso implica, entre outras actividades, afixar, em espaços de informação, gráficos com a evolução do número de voluntários e do número de reclusos/as apoiados/as por área, notícias relacionadas com a implementação do Programa no Estabelecimento prisional, fotografias, etc.
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